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	<title>Instituto Atitude em Saúde</title>
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	<description>Arte &#124; Medicina &#124; Educação</description>
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		<title>A paridade de gêneros e o uso de drogas: as meninas estão alcançando os meninos?</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 20:10:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elida Biasoli Jorge Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[associação brasileira de psiquiatria]]></category>
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		<description><![CDATA[* Sinopse do artigo: A paridade de gêneros e o uso de drogas: as meninas estão alcançando os meninos? Autores: André Malbergier, Luciana R.D. Cardoso, Ricardo A. do Amaral, Verena C.V. Santos. Retirado da Revista Brasileira de Psiquiatria, volume 34, n° 1, março de 2012. O consumo de substâncias psicoativas está começando cada vez mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">* Sinopse do artigo:<em> A paridade de gêneros e o uso de drogas: as meninas estão alcançando os meninos?</em> Autores: André Malbergier, Luciana R.D. Cardoso, Ricardo A. do Amaral, Verena C.V. Santos. Retirado da <em>Revista Brasileira de Psiquiatria</em>, volume 34, n° 1, março de 2012.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.wimerbottura.com.br/wp-content/uploads/2012/05/adolescente1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1336" title="adolescente" src="http://www.wimerbottura.com.br/wp-content/uploads/2012/05/adolescente1-300x202.jpg" alt="" width="300" height="202" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O consumo de substâncias psicoativas está começando cada vez mais cedo pelos jovens. Seu uso frequente e em alta quantidade está mais associado a adolescentes do sexo masculino que do feminino.<span id="more-1335"></span> Estudos mais recentes realizados nos EUA apontam uma queda nessa diferença de gênero em relação a quatro tipos de comportamento: período de tempo de vida consumindo grandes quantidades de álcool, frequência da compulsão por bebida, abuso do álcool e dependência alcoólica. Já no Brasil, estudos feitos com adolescentes de 2° grau e jovens adultos universitários, idades entre 15 e 26 anos,  apontam que o consumo de álcool e cigarro é maior nas mulheres. Entretanto, os homens consomem doses maiores e drogas ilegais mais que essas.</p>
<p style="text-align: justify;">A atual paridade entre os gêneros no uso de substâncias psicoativas que as pesquisas vêm revelando pode ser devido às mudanças no comportamento social das mulheres. Dentre os fatores que podem contribuir com o aumento da prevalência de álcool e outras drogas nas mulheres estão: mudanças da estrutura familiar, luta das mulheres pelo mercado de trabalho, estresse, atividades em excesso, ansiedade e dificuldade de lidar com os problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">O presente estudo pretendeu  avaliar as associações entre gênero e uso de álcool, tabaco e outras drogas em adolescentes de 10 a 18 anos dos municípios de Jacareí e Diadema, ambos no estado de São Paulo. Na amostra de 971 adolescentes, 55% eram do sexo masculino, 33,8% relataram ter feito uso de bebidas alcoólicas no último mês, 13,5% de cigarro e 6,4% de drogas ilícitas. Não foi encontrada diferença significativa quanto ao uso de álcool, tabaco e drogas ilícitas entre os gêneros em nenhuma das análises. Seu uso foi associado a cidade, idade, grau de escolaridade, repetência escolar e relacionamento com os pais.</p>
<p style="text-align: justify;">A conclusão que o estudo chega é que considerar o uso de drogas como um comportamento tipicamente masculino parece ser imprópria dado o contexto atual do aumento do consumo por mulheres. Contudo, o consumo de drogas pelas mulheres tem algumas características específicas. Seu uso parece ter uma forte associação com problemas familiares. Já para os adolescentes homens a relação é com problemas escolares e comportamentos desafiadores. E por fim o estudo não encontrou associação entre ter amigos que utilizam substâncias psicoativas e o consumo pelos sujeitos em ambos os sexos.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE DA IMAGEM: http://www.google.com.br/imgres?q=adolescentes+e+drogas&amp;um=1&amp;hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;sa=N&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;biw=1366&amp;bih=665&amp;tbm=isch&amp;imgrefurl=http://www.vidasemdrogas.org/adolecencia.html&amp;tbnid=eonfBRAK8DdEsM&amp;docid=2B5iE8vNMddBFM&amp;ved=0CAsQhRYoAQ&amp;ei=1Fq1T9fEEomKgwfvk5EM&amp;dur=7913</p>
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		<title>Conversas em família</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 13:14:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wimer Bottura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[* Trecho do livro Agressões Silenciosas: o contágio pela comunicação, de Wimer Bottura. Para conhecer outros exemplares do autor, visite a loja: http://loja.republicaeditorial.com.br/ Existem muitos pais que seguem ao pé da letra: “Roupa suja se lava em casa”: são extremamente irritadiços, dispersos e desinteressados quando estão em família e com seus filhos, no entanto, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">* Trecho do livro<em> Agressões Silenciosas: o contágio pela comunicação</em>, de Wimer Bottura. Para conhecer outros exemplares do autor, visite a loja: http://loja.republicaeditorial.com.br/</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.wimerbottura.com.br/wp-content/uploads/2012/05/grito.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1317" title="grito" src="http://www.wimerbottura.com.br/wp-content/uploads/2012/05/grito-300x293.jpg" alt="" width="300" height="293" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Existem muitos pais que seguem ao pé da letra: “Roupa suja se lava em casa”: são extremamente irritadiços, dispersos e desinteressados quando estão em família e com seus filhos, no entanto, na frente de alguma pessoa amiga, mudam radicalmente seu comportamento, tornando-se afetuosos com as crianças, elogiando seus feitos e conquistas. Na maioria das vezes são simpáticos e até submissos às visitas. Num jogo duplo e inconsciente, negam seus filhos e a si mesmos, assim como devem ter sido negados em sua infância pela sua família de origem. Isso funciona como uma bomba  que vai passando de mão em mão, de geração em geração.<span id="more-1316"></span></p>
<p style="text-align: justify;">            A criança que se desenvolve nesse ambiente estará aprendendo que ela mesma não tem importância alguma e o outro é fundamental; experimentará a negação de si mesma na realidade e isso poderá fazer com que cresça sem self. No futuro, serão adultos que não sabem o que querem terão suas vidas pautadas por aquilo que parece imposição do outro, desenvolverão uma capacidade de adivinhar as expectativas dos outros, de forma inconsciente, e tomarão aquilo como se fosse sua vontade. Viverão como a maioria das pessoas, fazendo aquilo que acham que os outro querem, e nem sequer tomam contato com seu verdadeiro querer.</p>
<p style="text-align: justify;">            “Marinheiro que não sabe para onde vai, vento não ajuda” ou “Nem Deus ajuda quem não sabe o que quer” são frases que caracterizam bem essa situação. Para saber  o que se quer é preciso tomar contato com nossa própria essência, saber o que se sente, porque é através do sentir que a pessoa começa a saber o que quer. Por isso, “lavar a roupa suja em casa” funciona como elemento destruidor das pessoas, serve apenas para adaptá-las às normas, que na maioria das vezes não existem a não ser na cabeça dos pais submissos e envergonhados.</p>
<p style="text-align: justify;">            Dentro do universo de agressões silenciosas, esta traz todas as características da gravidade, pois é uma relação familiar bastante comum, aparentemente inocente e socialmente estimulada. Outra prova disso é a questão da própria sala de visitas, muito mais valorizada que as demais partes da casa, como se a parte em que “nós vivemos” fosse menos importante que aquela onde ficam as visitas de vez em quando. Você já reparou que existem famílias que reservam uma área de sua casa que está sempre mais limpa, com os sofás forrados, à espera das vistas que poderão vir um dia, e  que serão muito bem tratadas, até bajuladas, enquanto as pessoas da família serão tratadas com descuido? Pior, quando as vistas forem embora, os anfitriões passarão imediatamente a falar mal delas, ou a discutir o comportamento de um ou outro membro da casa que não se portou corretamente diante delas. (&#8230;)</p>
<p style="text-align: justify;">Caso queira continuar a leitura, acesse o site da loja e adquira seu exemplar:  http://loja.republicaeditorial.com.br/</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE IMAGEM: http://www.google.com.br/imgres?um=1&amp;hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;biw=1366&amp;bih=665&amp;tbm=isch&amp;tbnid=15n5IcFtaZiHTM:&amp;imgrefurl=http://samiasiso.blogspot.com/2009_04_01_archive.html&amp;docid=LznFSpaSoEzdrM&amp;imgurl=http://3.bp.blogspot.com/_vxBpeCTE-J8/SeTThiI6cEI/AAAAAAAAABI/fAxPRSN6IvI/s400/grito.jpg&amp;w=350&amp;h=342&amp;ei=O22qT6QhwteBB43g_M0B&amp;zoom=1&amp;iact=hc&amp;vpx=647&amp;vpy=161&amp;dur=2581&amp;hovh=222&amp;hovw=227&amp;tx=146&amp;ty=148&amp;sig=112635458186282883521&amp;page=2&amp;tbnh=151&amp;tbnw=154&amp;start=18&amp;ndsp=26&amp;ved=1t:429,r:22,s:18,i:157</p>
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		<title>Exercício físico e cognição</title>
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		<pubDate>Tue, 01 May 2012 17:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elida Biasoli Jorge Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resumo de Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[* Artigo de Joaquín Reverter Masiàa; M. Carmen Jové Deltella  a Sección de Educación Física, Universitat de Lleida, Lleida, España. Apunts. Medicina de l.2012; 47 :37. Tradução: Elida Biasoli A educação física ocupa um lugar importante na escola. Uma reflexão sobre as possibilidades educativas da atividade física faz com que planejemos novas maneiras de enquadrá-la. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>* Artigo de Joaquín Reverter Masià<sup>a</sup>; M. Carmen Jové Deltell<sup>a</sup>  <strong>a</strong> Sección de Educación Física, Universitat de Lleida, Lleida, España. Apunts. Medicina de l.2012; 47 :37. Tradução: Elida Biasoli</p>
<p><a href="http://www.wimerbottura.com.br/wp-content/uploads/2012/05/criancas-realizam-atividade-fisica.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1314" title="criancas-realizam-atividade-fisica" src="http://www.wimerbottura.com.br/wp-content/uploads/2012/05/criancas-realizam-atividade-fisica.jpg" alt="" width="295" height="190" /></a></p>
<p>A educação física ocupa um lugar importante na escola. Uma reflexão sobre as possibilidades educativas da atividade física faz com que planejemos novas maneiras de enquadrá-la.<span id="more-1313"></span></p>
<p>A sociedade científica avança depressa e os profissionais implicados na educação física devem estar em continua evolução. Os profissionais do âmbito pedagógico estão interessados nas investigações centradas basicamente na didática, na metodologia e no estabelecimento de mecanismos de seleção e na sequência de conteúdos.</p>
<p>Já em uma perspectiva mais fisiológica, os atores implicados preocupam-se com a quantidade de exercícios, com a postura corporal, com a repercussão dos exercícios sobre os órgãos e sistemas, etc. Entre estas duas perspectivas, surge a atividade física relacionada com o rendimento cognitivo. Diferentes autores asseguram que os benefícios neurocognitivos de um estilo de vida ativo na infância têm repercussão nas capacidades de aprendizagem das crianças.</p>
<p>A perspectiva neuropsicológica tem demonstrado que o exercício físico aeróbico tem um impacto positivo sobre o cérebro. Estudos recentes afirmam que ao efetuar exercícios aeróbicos, a produção de proteínas BDNF é estimulada. Essa proteína é um neurotransmissor que favorece a plasticidade sináptica, o processo de aprendizagem e o processo de memória.</p>
<p>Os resultados indicam que a capacidade aeróbica pode estar relacionada com a estrutura e a função do cérebro humano em pré-adolescentes. Portanto, tudo parece indicar que a prática do exercício físico frequente interfere positivamente no processo de aprendizagem da criança. A pergunta que a comunidade científica formula é: “Qual a relação entre as doses de exercícios, o tipo de exercício e a resposta cognitiva?”.</p>
<p>Desde o conhecimento científico, faz-se necessário uma importante reflexão atualizada sobre a evolução da prática física e seu papel na escola. Portanto, tudo parece indicar que os benefícios que a prática do exercício físico traz é motivo suficiente para justificar sua presença diária nas escolas. Isso quer dizer que os profissionais de atividade física, docentes e investigadores têm uma enorme responsabilidade e um grande campo de estudo pela frente: propor diferentes programas de exercício físico e localizar quais são mais benéficos para otimizar os efeitos sobre a memória e a aprendizagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autor para correspondencia. <a href="mailto:reverter@didesp.udl.cat">reverter@didesp.udl.cat</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bibliografia</strong></p>
<p>1. <em>Imbernon F. </em>Reflexiones sobre la Educación Física y la reforma educativa. Apunts: Educación Física y Deportes. 1992; 30:60-70.<br />
<strong>2</strong>. <em>Martinez-Gomez D, Ruiz JR, Ortega FB, Veiga OL, Moliner-Urdiales D, Mauro B, et-al, HELENA Study Group. </em>Recommended levels of physical activity to avoid an excess of body fat in European adolescents: the HELENA Study. Am J Prev Med. 2010; 39:203-11.<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&amp;db=PubMed&amp;list_uids=20709251&amp;dopt=Abstract" target="_blank">[Medline]</a><br />
<strong>3</strong>. <em>De Bourdeaudhuij I, Maes L, De Henauw S, De Vriendt T, Moreno LA, Kersting M, et-al. </em>Evaluation of a computer-tailored physical activity intervention in adolescents in six European countries: The Activ-O-Meter in the HELENA intervention study. J Adolesc Health. 2010; 46:458-66.<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&amp;db=PubMed&amp;list_uids=20413082&amp;dopt=Abstract" target="_blank">[Medline]</a><br />
<strong>4</strong>. <em>Chaddock L, Hillman CH, Buck SM, Cohen NJ. </em>Aerobic fitness and executive control of relational memory in preadolescent children. Med Sci Sports Exerc. 2010; 43:344-96.<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&amp;db=PubMed&amp;list_uids=20508533&amp;dopt=Abstract" target="_blank">[Medline]</a><br />
<strong>5</strong>. <em>Erickson KI, Voss MW, Prakash RS, Basak C, Szabo A, Chaddock L, et-al. </em>Exercise training increases size of hippocampus and improves memory. Proc Natl Acad Sci. 2011; 108:3017-22.<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&amp;db=PubMed&amp;list_uids=21282661&amp;dopt=Abstract" target="_blank">[Medline]</a><br />
<strong>6</strong>. <em>Gomez-Pinilla F, Vaynman S, Ying Z. </em>Brain-derived neurotrophic factor functions as a metabotrophin to mediate the effects of exercise on cognition. Eur J Neurosci. 2008; 28:2278-87.<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&amp;db=PubMed&amp;list_uids=19046371&amp;dopt=Abstract" target="_blank">[Medline]</a><br />
<strong>7</strong>. <em>Vaynman S, Gomez-Pinilla F. </em>Revenge of the “sit”: How lifestyle impacts neuronal and cognitive health through molecular systems that interface energy metabolism with neuronal plasticity. J Neurosci Res. 2006; 84:699-715.<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?cmd=Retrieve&amp;db=PubMed&amp;list_uids=16862541&amp;dopt=Abstract" target="_blank">[Medline]</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>FONTE IMAGEM: http://www.google.com.br/imgres?um=1&amp;hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;biw=1366&amp;bih=636&amp;tbm=isch&amp;tbnid=dlnDepPQHm85nM:&amp;imgrefurl=http://www.belezapura.org/boa-forma/cuidados-com-a-saude/exercicios-fisicos-e-boa-alimentacao-para-criancas-veja/&amp;docid=qi5gW0OJK_ajCM&amp;imgurl=http://www.belezapura.org/wp-content/uploads/2011/03/criancas-realizam-atividade-fisica.jpg&amp;w=295&amp;h=190&amp;ei=ox2gT9PxOIqK6QHiwaCnAg&amp;zoom=1&amp;iact=hc&amp;vpx=1057&amp;vpy=168&amp;dur=1939&amp;hovh=152&amp;hovw=236&amp;tx=128&amp;ty=65&amp;sig=114549259781665214568&amp;page=1&amp;tbnh=130&amp;tbnw=173&amp;start=0&amp;ndsp=18&amp;ved=1t:429,r:5,s:0,i:76</p>
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		<title>Como sobreviver a um ataque do coração quando estiver só?</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 13:40:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wimer Bottura</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">* Informações retitadas do artigo publicado no <em>Journal of General Hospital Rochester</em>, n° 240</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.wimerbottura.com.br/wp-content/uploads/2012/04/heart_attack.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1311" title="heart_attack" src="http://www.wimerbottura.com.br/wp-content/uploads/2012/04/heart_attack-300x236.jpg" alt="" width="300" height="236" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Digamos, apenas por hipótese que são 18:15h, e você está voltando para casa depois de um dia de trabalho particularmente difícil. Você está muito cansado e realmente frustrado&#8230;.<span id="more-1308"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Está bastante tenso e mal disposto. Repentinamente, você sente uma forte dor no peito que se difunde até seu braço e até mais acima, à mandíbula. Você está a 8 km do hospital mais próximo de casa. Infelizmente não sabe se conseguirá percorrer essa distância e chegar lá.</p>
<p style="text-align: justify;">Que deve-se fazer?</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que tenha treinamento em RCP (Ressuscitação cardiopulmonar), provavelmente o instrutor do curso não lhe disse como aplicá-la em você mesmo. Então, como você poderá sobreviver a um ataque do coração quando estiver só? Muitas pessoas encontram-se sozinhas quando sofrem um ataque do coração. Sem ajuda, uma pessoa a qual o coração bate incorretamente e que comece a sentir-se desmaiar, só tem 10 segundos antes de perder a consciência. Nessa hora deve-se tossir repetida e vigorosamente. Você deve respirar profundamente antes de cada tossida. A tosse deve ser profunda e prolongada, como quando se produz em forte ataque de tosse proveniente do diafragma.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada inalação e cada tossida devem ser repetida de dois em dois segundos aproximadamente e sem parar, até que se consiga uma ajuda ou que o coração volte a bater regularmente.</p>
<p style="text-align: justify;">As inalações profundas levam oxigênio  aos pulmões e os movimentos de contração da tosse comprimem o coração e mantém o sangue circulando. A pressão sobre o coração também ajudam a recuperar o ritmo cardíaco normal. Dessa maneira, as vítimas de um ataque de coração podem chegar ao hospital e sobreviver.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE IMAGEM: http://www.google.com.br/imgres?um=1&amp;hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;sa=N&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;biw=1366&amp;bih=665&amp;tbm=isch&amp;tbnid=VG7VFDz1pRYZmM:&amp;imgrefurl=http://textoesonhos.blogspot.com/2011/02/12-conselhos-para-ter-um-infarte-feliz.html&amp;docid=IIddGmCcYZd9lM&amp;imgurl=http://www.eluniversal.com.mx/img/2009/06/Sal/heart_attack.jpg&amp;w=302&amp;h=238&amp;ei=BqKaT6TCDoS09QTVtdGTDw&amp;zoom=1&amp;iact=hc&amp;vpx=576&amp;vpy=362&amp;dur=1689&amp;hovh=190&amp;hovw=241&amp;tx=152&amp;ty=132&amp;sig=114549259781665214568&amp;page=1&amp;tbnh=135&amp;tbnw=171&amp;start=0&amp;ndsp=19&amp;ved=1t:429,r:15,s:0,i:151</p>
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		<title>Ciência, resiliência e inclusão social</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 15:33:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wimer Bottura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[* Matéria retirada do site http://m.estadao.com.br/noticias/impresso,ciencia-resiliencia-e-inclusao-social,762783.htm , por Jorge Werthein. A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) lançou recentemente o documento Against the Odds &#8211; Disadvantaged Students who Succeed in School (algo como &#8220;Contrariando as Probabilidades &#8211; Estudantes em Desvantagem que têm Êxito na Escola&#8221;). Baseada na análise do desempenho dos jovens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">* Matéria retirada do site http://m.estadao.com.br/noticias/impresso,ciencia-resiliencia-e-inclusao-social,762783.htm , por Jorge Werthein.</div>
<p style="text-align: justify;">A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) lançou recentemente o documento Against the Odds &#8211; Disadvantaged Students who Succeed in School (algo como &#8220;Contrariando as Probabilidades &#8211; Estudantes em Desvantagem que têm Êxito na Escola&#8221;). Baseada na análise do desempenho dos jovens submetidos ao Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), a organização revela que estudantes em desvantagem do ponto de vista socioeconômico podem destacar-se nos estudos quando expostos a maior carga horária de educação em ciências.<span id="more-1301"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a OCDE, uma hora a mais de aulas regulares de ciências aumenta a probabilidade de um estudante ser resiliente, ou seja, superar obstáculos e ter bom desempenho. &#8220;Dadas as mesmas circunstâncias, políticas voltadas para esse objetivo (mais educação científica para os carentes) favorecerão a equidade nos resultados educacionais e impulsionarão a média do desempenho&#8221;, diz o documento. Com o estudo a OCDE demonstra que as ciências podem ser mais um fator de inclusão social.</p>
<p style="text-align: justify;">Em cenários de elevados índices de repetência e abandono escolar, o impacto positivo do ensino de ciências pode ser ainda maior. Em outro documento, Pisa in Focus (&#8220;Pisa em Foco&#8221;), a OCDE analisa o impacto da repetência e conclui: 1) Índices elevados de repetência podem sair caro para os países; 2) em países onde mais estudantes repetem o ano o desempenho geral tende a ser menor, e a situação social tem impacto mais forte nos resultados da aprendizagem do que nos países onde há menos estudantes repetentes &#8211; os mesmos resultados encontram-se em países onde é mais comum transferir alunos fracos ou alunos-problema; 3) países com menos opções de transferir estudantes empregam outros meios de trabalhar com alunos com dificuldade, tais como dar mais autonomia às escolas para elaborar o currículo e as avaliações.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse contexto, cabe lembrar que para bem educar meninos e meninas é indispensável investir tempo e recursos humanos e materiais na formação de professores, apoiando-os no processo de aprimoramento tanto da didática quanto do conteúdo das disciplinas científicas. São os professores que têm o poder de transmitir o desafio da ciência a seus alunos.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de estimular o espírito investigativo, o raciocínio lógico e o pensamento científico, úteis a qualquer domínio do saber, o aprendizado de ciências abre portas para um mercado de trabalho extremamente promissor. Dezenas de carreiras &#8211; antigas e novas &#8211; estão na área de ciências, a maioria delas sob forte demanda de profissionais qualificados, em especial nos países em desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Resultado da Sessão de Alto Nível do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (Ecosoc), realizada em Genebra na primeira semana de julho, a declaração ministerial Implementando os Compromissos e Metas Acordados sobre Educação, em seu 9.º item (subitem h), compromete-se a &#8220;fortalecer as oportunidades para estudantes aproveitarem e contribuírem para a inovação científica e tecnológica e desenvolver estratégias para ampliar a participação de meninas e mulheres na educação científica e tecnológica&#8221;. Trata-se, simultaneamente, de mais um compromisso e alerta para todos os países, especialmente os menos desenvolvidos e em desenvolvimento, sobre a relevância do papel da educação com foco nas ciências e na tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Cabe chamar a atenção, no documento do Ecosoc, para a menção a &#8220;oportunidades&#8221;, &#8220;estratégias&#8221;, &#8220;meninas e mulheres&#8221;. Em consonância com o que defende a OCDE, os ministros reunidos em Genebra enxergam a educação em ciências como oportunidade tanto de usufruir quanto de promover o desenvolvimento científico-tecnológico. Para isso julgam importante contar com a participação de meninas e mulheres e as incluem no texto porque reconhecem o fato de que, em muitos países, há preconceito e discriminação baseados em gênero, mesmo no âmbito educacional. Embora o segmento populacional, nesse caso, seja específico (mulheres), a lógica por trás do compromisso dos ministros é a mesma da OCDE: inclusão social por meio da educação em geral e da formação científico-tecnológica em particular.</p>
<p style="text-align: justify;">Como se sabe, numa sociedade altamente informatizada e mediatizada, ser e sentir-se cidadão integrado depende, em grande parte, do domínio de códigos científico-tecnológicos, seja para ingressar e manter-se no mercado de trabalho, seja para administrar a vida pessoal. A própria interpretação dos fatos à volta demanda esse tipo de conhecimento. Portanto, a formação precária em ciências e tecnologia &#8211; ou, em casos extremos, a ausência dessa formação &#8211; implica dois níveis de exclusão social: um mais visível, que envolve dificuldades de inserção e ascensão no mundo laboral, e outro mais sutil, relacionado à capacidade de tomar decisões individuais conscientes, assim como de participar de importantes processos decisórios coletivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, quando a OCDE expressa a relevância de ampliar a dedicação dos estudantes à educação científica como forma de estimulá-los e torná-los mais resilientes, e o Ecosoc promove encontro ministerial no qual autoridades de alta patente se comprometem a elevar a qualidade da educação, inclusive e especialmente a científico-tecnológica, e incluir no processo meninas e mulheres, quando fatos como esses coincidem, torna-se ainda mais evidente a relação entre educação, ciência e inclusão social. Trata-se de visão ao mesmo tempo resultante e promotora da sociedade do conhecimento. É uma espécie de círculo virtuoso no qual o saber exige cada vez mais saber &#8211; desde que todos possam dele participar, ou não seria um círculo virtuoso.</p>
<p style="text-align: justify;">DOUTOR EM EDUCAÇÃO PELA UNIVERSIDADE STANFORD (EUA), VICE-PRESIDENTE DA SANGARI BRASIL E DO INSTITUTO SANGARI, FOI REPRESENTANTE DA UNESCO NO BRASIL</p>
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		<title>Sono irregular aumenta risco de obesidade e diabetes</title>
		<link>http://www.wimerbottura.com.br/sono-irregular-aumenta-risco-de-obesidade-e-diabetes-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 18:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wimer Bottura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo circadiano]]></category>
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		<description><![CDATA[Agência FAPESP – Má notícia para quem dorme pouco ou em horários irregulares. Uma nova pesquisa indica que a falta de sono ou padrões de sono que contrariam o relógio biológico humano podem aumentar o risco de desenvolver diabetes e obesidade. O estudo, feito por cientistas da Harvard Medical School e do Brigham and Women&#8217;s [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_1296" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.wimerbottura.com.br/wp-content/uploads/2012/04/3652.saude-o-sono-e-a-falta-dele-br.jpg-550x0.jpg"><img class="size-medium wp-image-1296" title="Sono irregular" src="http://www.wimerbottura.com.br/wp-content/uploads/2012/04/3652.saude-o-sono-e-a-falta-dele-br.jpg-550x0-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a></dt>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: black;"><span style="color: black;">Agência FAPESP – Má notícia para quem dorme pouco ou em horários irregulares. Uma nova pesquisa indica que a falta de sono ou padrões de sono que contrariam o relógio biológico humano podem aumentar o risco de desenvolver diabetes e obesidade.<span id="more-1293"></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">O estudo, feito por cientistas da Harvard Medical School e do Brigham and Women&#8217;s Hospital, nos Estados Unidos, foi publicado no dia 11 de abril na revista <em>Science Translational Medicine</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pesquisadores avaliaram 21 voluntários saudáveis em um ambiente controlado durante seis semanas. Foram regulados fatores como horas de sono, em que período do dia os participantes dormiam, dieta e outras atividades. A ideia foi simular situações que levam ao sono irregular, como turnos de trabalho alternados (diurno e noturno) ou <em>jet lag</em> recorrente.</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente os participantes dormiram cerca de 10 horas por noite. Em seguida, passaram três semanas com média de 5,6 horas dormidas a cada 24 horas, com períodos de sono alternados, de modo a simular trocas de turno. Para terminar, os voluntários passaram os últimos nove dias da pesquisa dormindo períodos normais e à noite.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cientistas observaram que a interrupção prolongada do sono normal e do ritmo circadiano afetou a produção de insulina nos voluntários, levando ao aumento de glicose no sangue. Em alguns casos, a elevação atingiu níveis considerados pré-diabéticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os participantes também apresentaram importante queda em suas taxas metabólicas, que, segundo os autores do estudo, pode ser traduzida em um ganho de peso superior a 4,5 quilos por ano.</p>
<p style="text-align: justify;">A boa notícia é que o estudo verificou que os efeitos danosos puderam ser revertidos em grande parte com a volta do sono para padrões normais. Os pesquisadores ressaltam que os voluntários não se exercitaram durante o período do estudo e pretendem avaliar no futuro interações entre sono, dieta e exercícios.</p>
<p style="text-align: justify;">O artigo <em>Adverse Metabolic Consequences in Humans of Prolonged Sleep Restriction Combined with Circadian Disruption</em> (doi: 10.1126/scitranslmed.3003200), de Orfeu Buxton e outros, pode ser lido por assinantes da <em>Science Translational Medicine</em> em <a href="http://stm.sciencemag.org/" target="_blank"><strong>http://stm.sciencemag.org</strong></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE DA IMAGEM: http://www.google.com.br/imgres?um=1&amp;hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;sa=N&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;biw=1366&amp;bih=665&amp;tbm=isch&amp;tbnid=Nx1KGSlwp4ry_M:&amp;imgrefurl=http://www.patricinhaesperta.com.br/comportamento/sono&amp;docid=4JUlNhUD2UQI5M&amp;imgurl=http://www.patricinhaesperta.com.br/wp-content/uploads/2012/04/3652.saude-o-sono-e-a-falta-dele-br.jpg-550&#215;0.jpg&amp;w=472&amp;h=325&amp;ei=-5qVT6KgM6a10AH2-7jnBw&amp;zoom=1&amp;iact=hc&amp;vpx=1054&amp;vpy=347&amp;dur=47&amp;hovh=186&amp;hovw=271&amp;tx=88&amp;ty=112&amp;sig=114549259781665214568&amp;page=1&amp;tbnh=138&amp;tbnw=154&amp;start=0&amp;ndsp=20&amp;ved=1t:429,r:19,s:0,i:172</p>
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		<title>Chumbo pode causar comportamentos transgressores</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 11:47:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wimer Bottura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comportamento agressivo, atos de vandalismo e baixo desempenho escolar. Fatores assim, normalmente associados a problemas psicossociais nos jovens, podem ter uma causa extra. Uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP mostra que a exposição ao chumbo leva ao aumento das atitudes transgressoras e causa prejuízos psicológicos. Pesquisadores estrangeiros já haviam observado danos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Comportamento agressivo, atos de vandalismo e baixo desempenho escolar. Fatores assim, normalmente associados a problemas psicossociais nos jovens, podem ter uma causa extra. Uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP mostra que a exposição ao chumbo leva ao aumento das atitudes transgressoras e causa prejuízos psicológicos.<span id="more-1289"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisadores estrangeiros já haviam observado danos semelhantes. Agora, a cirurgiã dentista Kelly Polido Kaneshiro Olympio, em seu trabalho de doutorado, confirmou a relação numa amostra de 173 jovens em Bauru, interior de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">O corpo de crianças absorve chumbo com mais facilidade que o de adultos. Além disso, os pequenos tendem a colocar objetos como brinquedos na boca, aumentando o risco da exposição. “Não há um nível de exposição ao chumbo que seja seguro à saúde humana. Estudos recentes têm demonstrado prejuízos neurocomportamentais ligados a concentrações muito baixas no sangue”, diz a pesquisadora.</p>
<p style="text-align: justify;">Os selecionados residiam em bairros com altos índices de violência. Kelly analisou o esmalte – a parte que enxergamos do dente – para identificar a carga corporal de chumbo nos jovens. Também foram aplicados questionários a pais e filhos sobre o estabelecimento de comportamento antissocial, cometimento de atos infracionais, condições familiares e contexto socioeconômico. O cruzamento dos dados apontou uma associação entre agressividade, tendência a quebrar regras, problemas sociais, e queixas físicas com maiores níveis de chumbo no corpo.<strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Proximidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os mais afetados viviam em regiões próximas a fábricas que utilizam o chumbo ou que conviviam com empregados dessas empresas. “O metal está presente em muitos itens do nosso cotidiano, como cerâmica, plásticos, pigmentos e baterias. Também em esmalte anticorrosivo para portões, brinquedos piratas e produtos domésticos de baixa qualidade”, explica a pesquisadora. Ela ressalta que a redução do uso de chumbo é muito desejável. “Há um movimento global da Organização Mundial da Saúde (OMS) para eliminação de chumbo em tintas. Também preocupa a contaminação pelo metal causada pelas baterias, devendo haver um esforço para que se regule o caminho percorrido por este produto, desde sua origem até o descarte final”, explica. E é necessário que haja uma fiscalização mais rigorosa sobre os importados, “principalmente aqueles de baixa qualidade destinados ao público infantil”, conclui.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a pesquisadora recomenda a conscientização de pessoas que trabalham com chumbo, para que saibam evitar ou minimizar a exposição e não levem a ameaça para casa. E é preciso reforçar a vigilância ambiental dessas indústrias, para minimizar a exposição da população vizinha e os consequentes efeitos à saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prejuízos</strong><strong></strong><br />
Os prejuízos nos jovens permanecem até idades mais avançadas. Um estudo publicado nos Estados Unidos, em 2008, mostrou uma associação entre exposição a chumbo durante o crescimento e comportamento criminoso em adultos. Neles, a exposição pode causar hipertensão, neuropatias, perda de memória e irritabilidade, entre outras doenças. Pode-se chegar até a morte, dependendo do nível da exposição.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Kelly, a América Latina está pouco preparada para lidar com a situação. No Brasil, só em 2008 foi aprovada uma lei que limita a quantidade de chumbo na fabricação de tintas imobiliárias e de uso infantil e escolar, vernizes e materiais similares. A situação é diferente nos Estados Unidos, onde o uso é restrito há mais tempo. Lá, a lei foi recentemente atualizada, delimitando a concentração de chumbo permitida a níveis mais baixos do que os fixados no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ainda precisamos conhecer a extensão do problema da contaminação por chumbo no Brasil”, diz Kelly. No momento, ela coordena uma pesquisa sobre a exposição de crianças ao chumbo no município de São Paulo, que vem sendo desenvolvida no Departamento de Epidemiologia da FSP, sob a supervisão da professora Maria Regina Alves Cardoso, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapesp), OMS e Organização Panamericana de Saúde (OPAS).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mais informações: email </strong><strong>kellypko@usp.br</strong><strong>, com Kelly Polido Kaneshiro Olympio</strong></p>
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		<title>O que é assédio moral?</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 11:45:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wimer Bottura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[chefe]]></category>
		<category><![CDATA[relações de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[subordinado]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Assédio moral ou violência moral no trabalho não é um fenômeno novo. Pode-se dizer que ele é tão antigo quanto o trabalho. A novidade reside na intensificação, gravidade, amplitude e banalização do fenômeno e na abordagem que tenta estabelecer o nexo-causal com a organização do trabalho e tratá-lo como não inerente ao trabalho. Atualmente existem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Assédio moral ou violência moral no trabalho</em> não é um fenômeno novo. Pode-se dizer que ele é tão antigo quanto o trabalho. A novidade reside na intensificação, gravidade, amplitude e banalização do fenômeno e na abordagem que tenta estabelecer o nexo-causal com a organização do trabalho e tratá-lo como não inerente ao trabalho.<span id="more-1277"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente existem mais de 80 projetos de lei em diferentes municípios do país. Vários projetos já foram aprovados e, entre eles, destacamos: São Paulo, Natal, Guarulhos, Iracemápolis, Bauru, Jaboticabal, Cascavel, Sidrolândia, Reserva do Iguaçu, Guararema, Campinas, entre outros. No âmbito estadual, o Rio de Janeiro, que, desde maio de 2002, condena esta prática. Existem projetos em tramitação nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraná, Bahia, entre outros. No âmbito federal, há propostas de alteração do Código Penal e outros projetos de lei.</p>
<p style="text-align: justify;">O que é humilhação?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conceito:</strong> É um sentimento de ser ofendido/a, menosprezado/a, rebaixado/a, inferiorizado/a, submetido/a, vexado/a, constrangido/a e ultrajado/a pelo outro/a. É sentir-se um ninguém, sem valor, inútil. Magoado/a, revoltado/a, perturbado/a, mortificado/a, traído/a, envergonhado/a, indignado/a e com raiva. A humilhação causa dor, tristeza e sofrimento.</p>
<h2 style="text-align: justify;">E o que é assédio moral no trabalho?</h2>
<p style="text-align: justify;">É a <strong>exposição</strong> dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, <strong>repetitivas e prolongadas</strong> durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de <strong>longa duração</strong>, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, <strong>forçando-o a desistir</strong> do emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">Caracteriza-se pela <strong>degradação deliberada das condições de trabalho</strong> em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização. A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, freqüentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o <strong>’pacto da tolerância e do silêncio’</strong> no coletivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, ’perdendo’ sua auto-estima.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resumo: um ato isolado de humilhação não é assédio moral. Este, pressupõe:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>repetição sistemática</li>
<li>intencionalidade (forçar o outro a abrir mão do emprego)</li>
<li>direcionalidade (uma pessoa do grupo é escolhida como bode expiatório)</li>
<li>temporalidade (durante a jornada, por dias e meses)</li>
<li>degradação deliberada das condições de trabalho</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, quer seja um ato ou a repetição deste ato, devemos combater firmemente por constituir uma violência psicológica, causando danos à saúde física e mental, não somente daquele que é excluído, mas de todo o coletivo que testemunha esses atos.</p>
<p style="text-align: justify;">O desabrochar do individualismo reafirma o perfil do ’novo’ trabalhador: ’autônomo, flexível’, capaz, competitivo, criativo, agressivo, qualificado e empregável. Estas habilidades o qualificam para a demanda do mercado que procura a excelência e saúde perfeita. Estar ’apto’ significa responsabilizar os trabalhadores pela formação/qualificação e culpabilizá-los pelo desemprego, aumento da pobreza urbana e miséria, desfocando a realidade e impondo aos trabalhadores um sofrimento perverso.</p>
<p style="text-align: justify;">A humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do trabalhador e trabalhadora de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental*, que podem evoluir para a incapacidade laborativa, desemprego ou mesmo a morte, constituindo um <strong>risco invisível, porém concreto,</strong> nas relações e condições de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">A violência moral no trabalho constitui um fenômeno internacional segundo levantamento recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) com diversos paises desenvolvidos. A pesquisa aponta para distúrbios da saúde mental relacionado com as condições de trabalho em países como Finlândia, Alemanha, Reino Unido, Polônia e Estados Unidos. As perspectivas são sombrias para as duas próximas décadas, pois segundo a OIT e Organização Mundial da Saúde, estas serão as décadas do ’mal estar na globalização&#8221;, onde predominará depressões, angustias e outros danos psíquicos, relacionados com as novas políticas de gestão na organização de trabalho e que estão vinculadas as políticas neoliberais.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: BARRETO, M. <em>Uma jornada de humilhações.</em> São Paulo: Fapesp; PUC, 2000.</p>
<p style="text-align: justify;">* artigo retirado do site: http://www.assediomoral.org/spip.php?article1</p>
<h1><strong><br />
</strong></h1>
]]></content:encoded>
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		<title>Síndrome de Burnout</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 10:32:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elida Biasoli Jorge Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[* Sinopse do artigo de Dráuzio Varella. Leia-o na íntegra acessando o site: http://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/sindrome-de-burnout A síndrome de burnout, ou síndrome do esgotamento profissional é um distúrbio psíquico registrado no Grupo V da CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde). Caracteriza-se por um estado de tensão emocional e estresse crônicos provocados por condições de trabalho físicas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">* Sinopse do artigo de Dráuzio Varella. Leia-o na íntegra acessando o site: http://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/sindrome-de-burnout</div>
<div style="text-align: justify;"><a href="http://www.wimerbottura.com.br/wp-content/uploads/2012/03/tiredDoctor_1411572c-777.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1266" title="tiredDoctor" src="http://www.wimerbottura.com.br/wp-content/uploads/2012/03/tiredDoctor_1411572c-777-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1264"></span>A síndrome de burnout, ou<strong> síndrome do esgotamento profissional</strong> é um distúrbio psíquico registrado no Grupo V da CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde). Caracteriza-se por um estado de tensão emocional e estresse crônicos provocados por condições de trabalho físicas e psicológicas desgastantes. Disso decorre uma sensação de esgotamento, tanto físico como emocional, que se reflete em atitudes negativas, como ausências no trabalho, agressividade, isolamento, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, lapsos de memória, ansiedade, depressão, pessimismo, baixa autoestima. Pode haver também ocorrência de sintomas físicos como: dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais.</p>
<p style="text-align: justify;">A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso, como: profissionais da saúde, educação, recursos humanos, agentes penitenciários, bombeiros e mulheres que enfrentam dupla jornada de trabalho. O tratamento inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também ajudam a controlar os sintomas.</p>
</div>
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		<title>Coocorrência entre transtorno de déficit de atenção/hiperatividade e uso de substâncias psicoativas</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 18:14:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wimer Bottura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[* Resumo de artigo de Cláudia M. Szobot e Marcos Romano, retirado do site: http://www.tdah.org.br/images/stories/p6.jpg  Existe forte associação entre o transtorno déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) e o uso por substâncias psicoativas (TUSP) em estudos clínicos e comunitários. Estimam-se que aproximadamente 30% dos sujeitos com TUSP apresentam comorbidade com o TDAH, taxa significativamente maior que a vista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">* Resumo de artigo de Cláudia M. Szobot e Marcos Romano, retirado do site: http://www.tdah.org.br/images/stories/p6.jpg  <span id="more-1258"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Existe forte associação entre o transtorno déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) e o uso por substâncias psicoativas (TUSP) em estudos clínicos e comunitários. Estimam-se que aproximadamente 30% dos sujeitos com TUSP apresentam comorbidade com o TDAH, taxa significativamente maior que a vista na população geral. Vários estudos vêm analisando o possível efeito do TDAH no risco do desenvolvimento de TUSP. O presente artigo revisa a literatura disponível às seguintes questões: a) natureza da associação entre TDAH e TUSP; b) efeitos do TDAH no TUSP; c) tratamento do TDAH na concomitância do diagnóstico de TUSP. Por fim, é oferecida uma integração das diferentes informações, sob um enfoque predominantemente clínico.</p>
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